O nosso PROJETO

 

“Cultivamos a paixão por aprender”

 

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A necessidade de construir e desenvolver esta Associação Científica nasceu da colaboração entre educadores e neurocientistas. Como “Plano Nacional de Neuroeducação” pretende juntar as neurociências, a psicologia, as ciências cognitivas e a educação, para que, baseando- se no funcionamento do cérebro se possam melhorar os métodos de ensino e os curricula académicos.


As neurociências já concluíram que cérebro é um processador simultâneo com capacidade para inter-relacionar toda a informação de forma sistémica e dinâmica, desenvolve-se e complexifica-se pela via da interacção social, modificando-se diariamente, de acordo com a experiência ao longo da vida, contribuindo para a plasticidade cerebral e desse modo melhorando a flexibilidade cognitiva.


Portanto, cada cérebro é único, organizado em busca de sentido (individual) através de padrões significativos (sociais). A aprendizagem relacionada com a busca de sentido e a capacidade do cérebro para criar, para se autocorrigir, gera novas redes que formam constelações neuronais fundamentais para aprender, reflectir, inter-relacionar-se e comunicar, num contexto de futuro impossível de prever nos dias de hoje.


Na sociedade actual, a globalização e o excesso de informação têm gerado, perplexidade e dificuldade na afirmação da individualidade, dispersando-se, numa tempestade de informação difusa e impessoal. A informação, por si só, não gera conhecimento nem os meios tecnológicos valem por si próprios. São necessários novos modelos educativos, que ensinem os discentes a construir critérios para tornar a informação em conhecimento útil.


Todos reconhecem, que as crianças devem construir a sua aprendizagem baseada na experiência, interagindo com o professor e os pares, tendo em consideração os interesses, o estilo de aprendizagem individual e as suas motivações próprias, porque a aprendizagem dessa forma, torna-se mais significativa, profunda e eficaz.


No futuro vai ser necessário desenvolver a flexibilidade cognitiva, a adaptação à mudança, a aceitação de desafios, mantendo a perspectiva individual e a resistência a soluções de modelo único. Vai ser necessário aprender formas de Auto gratificação e motivação fortes, que levem o individuo a desejar ser um eterno aprendiz, capaz de aprender com o erro. Vai ser necessário saber utilizar os meios tecnológicos mais sofisticados, saber escolher entre a infinidade de soluções, aquelas que mais se adequam às situações, consolidando a decisão conveniente.


Educar para o futuro vai exigir mais competência para construir aprendizagens significativas, profundas, que permitam a expressão do potencial criativo individual. O paradigma neuroeducativo, gerando e recrutando novas redes neuronais, mostra-se capaz de explicar e dinamizar esse processo de transformação para um pensamento educativo mais diverso e complexo.


 

A quem se destina

 

A quem procura uma mudança nas áreas da educação escolar e profissional baseada na ciência.

 

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